Estágios de namoro

– Temo, às vezes, que esse tipo de relacionamento, como o da cantora, aponte para uma precipitação, uma pressa que será prejudicial lá na frente. Entendo que namoro é uma prática social que surge no século 20 e que, nos dias de hoje, precisa ser observada para a continuidade ou não do relacionamento. Descubra como são os estágios de um rompimento com um gêmeo para cada signo do zodíaco na astrologia. Áries (21 De Março A 21 De Abril) Gêmeos acham difícil terminar com um Áries porque sabem que o namoro foi uma aventura e que não foi um festival de soneca. VERSÍCULOS BÍBLICOS DE NAMORO. Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja. Assim conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos nesse amor. Eu gostaria de receber informações de parceiros da Aleteia. Receba diretamente no seu email os artigos da Aleteia. E teve aquela psiquiatra suiça, Elisabeth Kübler-Ross, que – inspirada em uma formulação FreudianA – criou um modelo para médicos e enfermeiros tratassem pacientes terminais e parentes de pessoas que faleciam no hospital: Os Cinco Estágios do Luto. Além de casos de óbito, o modelo de análise serve para outros casos de perdas ... O POZ Personals freqüentemente apresenta conselhos de membros que estão passando por vários estágios de namoro. Fundado em 1988, o PozMatch pertence e é administrado por indivíduos HIV positivos e está aberto a todos que vivem com HIV. Os estágios de um relacionamento: em qual você está? 6min. de leitura. O Segredo 28/09/2017 . Os primeiros seis meses de um relacionamento são maravilhosos! São tudo flores, doces e centenas de emojis nas mensagens de textos, que são lidos e respondidos imediatamente entre o casal. Você está feliz e tão apaixonado por seu companheiro. 10 estágios de relacionamento pelos quais todos os casais vão passar . 00:00. do BOL. 14/12/2015 16h00 . Os relacionamentos amorosos são complicados, bonitos, divertidos, comoventes e podem ser até surpreendentes. Todos os relacionamentos que você tiver vai te ensinar um pouco sobre a outra pessoa mas muito mais sobre você mesmo. Mas ... 'Namoro casual' também pode ser usado para descrever os estágios iniciais do processo de namoro antes que um título oficial seja dado a um relacionamento. Exemplo: Ernie e Whitney estavam nos estágios iniciais de ver um ao outro. Quando seus amigos perguntaram se eles eram “namorado e namorada”, eles foram rápidos em explicar que eles ... As fases do namoro são descobertas ao longo do tempo. Embora saibamos que o intuito do namoro é se dispor em conhecer e amar uma pessoa especial para eternizar um compromisso com ela, outros aspectos devem pautar o relacionamento amoroso. Depois de conhecer melhor as fases do luto após o fim de um namoro, confira dicas que irão te ajudar a superar o sofrimento e aproveitar tudo isso para se redescobrir. 1 – Respeite o Seu Luto Em primeiro lugar, é essencial que entenda que o luto é uma fase e que vai passar, mas que precisa ser vivida.

Eu estou exagerando ou sendo c*zona? Pessoa morando com a família sem consentimento de todos

2020.09.07 08:06 arrux1 Eu estou exagerando ou sendo c*zona? Pessoa morando com a família sem consentimento de todos

A minha vida quase toda morei com meus irmãos e minha mãe na casa dela (onde estou atualmente). Porém, em 2016 mudei-me para o Rio de Janeiro por conta da faculdade e fiquei voltando a minha cidade natal apenas nas férias. Com a pandemia consegui homeoffice do estágio e EAD e regressei a casa da minha mãe em março pois achei que seria uma boa ideia ficar mais próximo da minha família nesse momento (risos) e estou temporariamente aqui até agora...
Meu irmão mais velho arranjou uma namorada (eles namoram + ou - a 2 anos) que é sócia de trabalho dele. No inicio do relacionamento ela aparecia de vez em quando aqui em casa, e quanto mais a produção do trabalho deles aumentava mais a frequência dela por aqui tb aumentava. Eu nunca tive problemas com a presença dela antes, até pq passava a maior parte do meu tempo no Rio. Porém, no terceiro mês que regressei a casa da minha mãe, em meados de junho, comecei a achar estranho o fato que ela ficava 24/7 aqui em casa, comia, dormia, ia pro trabalho, voltava e ficava direto por aqui.. porém relevei por questão da pandemia... era compreensível. Meu irmão do meio começou a ficar um pouco incomodado com isso tb pq jamais em nossas vidas trouxemos parceiros para passar tanto tempo nessa casa (até pq no passado, nossa mãe nunca permitiu) e segundo ele, essa situação já estava acontecendo bem antes da pandemia (meu irmão do meio também tem namorada atualmente e ela só apareceu por aqui nesse período algumas poucas vezes). Para além dessa situação, eu não me sinto muito confortável quando pessoas que não são do convívio diário passam muito tempo no lugar onde moro interruptamente, sinto que é uma invasão de privacidade (isso acontece também no meu apartamento do Rio com visitas que ficam mt tempo as vezes, mas converso com minha house mates e sempre resolvemos as situações numa boa - moramos a 4 anos juntas).
O tempo foi passando, eles começaram a comprar uma cama nova, microondas... até que minha mãe hoje confessou pra mim que achava que a menina tinha entregado o apartamento dela e estava morando aqui em casa (ela faz univ fora e n tem família aqui). A questão é: quando eu ouvi isso, eu fiquei muito puta!
Cara eu achei um absurdo a situação. Como é que uma pessoa se muda pra casa que eu morei minha vida quase toda e não conversa com ninguém? Tipo, eu entendo que estamos numa pandemia, ok, mas a menina se mudou sem previsão nenhuma de volta e não falou nada sobre isso. Como é que alguém vai comendo pelas beiradas e do nada PUFF se muda pra sua casa? Eu achei bizarro pra crl sendo que nem noivos eles são nem nada, é um namoro de 2 fucking anos.
Eu me senti desrespeitada pois não fui consultada e dividi isso com minha mãe. Falei que não gostei da forma que as coisas foram feitas, como é que se mudam pra uma casa com uma família morando e não consultam os moradores? Ela me respondeu que achava que eles iam casar em breve pq "a menina queria muito" e como mãe, queria dar o apoio nesse momento.
A menina não conversou nada com minha mãe que ia se mudar pra lá e aparentemente ela não ta ligando muito pra isso... Porém minha mãe ficou chateada pq eu fiquei afetada. Mas eu não acho que estou errada... enfim, de qualquer forma já estou vendo passagens para regressar ao Rio no próximo mês pois meu trabalho vai voltar presencial em breve, mas está me preocupando o fato dessa situação se alargar por muito tempo... tenho medo de ter que voltar pra essa casa por questões financeiras no futuro (vou fazer de tudo para que não) e ter que conviver com mais uma pessoa que não escolhi (como se não já bastasse a relação conturbada com meus familiares). Eu jamais me mudaria pra casa dos pais de um namorado sem conversar com a família dele antes nem traria pra morar comigo assim sem mais nem menos. Enfim, vocês acham que eu estou exagerando? É legítima minha indignação?
Nota: Meu irmão mais velho já teve relacionamentos muito mais duradouros no passado de 5, 6 e 8 anos e isso NUNCA rolou antes, nunca tive esse problema com nenhuma delas. Nem com namorados meus ou namoradas do meu irmão do meio.
Nota2: Aparentemente essa menina quer muito casar com ele e eles se dão bem, mas não sei se meu irmão quer...
Nota3: Todos os moradores da casa são adultos maiores de idade.
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2020.09.05 13:58 tOKYOFF Minha namorada terminou comigo

É isso, minha namorada terminou comigo. Após 4 anos e 2 meses ela terminou comigo por mensagem.
Namoramos por 4 anos, sempre tivemos brigas mas sempre nos resolviamos na conversa, sem desavença sem remorso. No final do ano passado como de costume eu vou para Natal ver minha família e como não sou eu que marco o dia de volta das passagens, acabei voltando apenas em fevereiro, ela ficou chateada mas tudo ficou de boa, foi me buscar no aeroporto e tal. Seguimos o ano normal, saimos e tal, até que chegou a pandemia (esqueci de mencionar que ela conseguiu um estágio em São Paulo no começo do ano), ainda nos viamos normal já que a doença ainda estava "controlada". Quando começou a quarentena deixamos de nos ver já que ela continou trabalhando e eu como grupo de risco, não queria pegar 3 ônibus pra ver ela. Meu pai sabia que não ia dar certo a gente se separar por muito tempo já que vivíamos grudados e se ofereceu pra buscar e levar ela todo fim de semana. Foi perfeito, ela não trabalhava de fim de semana, seguimos todos os protocolos de higiene e ficavamos felizes.
Em um fim de semana ela veio pra cá, super feliz, passamos o dia felizes, fizemos churrasco e tal. Uma semana depois ela termina comigo por mensagem... eu sou extremamente apegado e praticamente me humilhei pra que aquilo não acontecesse, marquei de nos encontrarmos para conversar melhor. Long story short, ela não queria mudar de ideia porque diz que demorou pra tomar essa decisão. Ela me diz que sente que não é mais o mesmo relacionamento, que estavamos empurrando com a barriga porque a gente não conversava mais (completamente descartando o fato de que ela não usa o celular direto e passa parte do dia trabalhando), expliquei que a gente não tinha mais tempo pra conversar e disse que mesmo assim eu sempre tempo todo dia conversar com ela, ficou irritadada e disse "nem transamos mais" (no meio de uma pandemia????) e eu disse que podiamos resolver tudo, não precisava de tudo isso, mas não adiantou.
Agora depois de um mês continuo triste, não tenho coragem de tirar nossa foto da mesa. Meus amigos apenas falam com e esqueceram que eu também estou sofrendo. Tenho que ver os posts dela no face praticamente fazendo graça do nosso término (piadas de "você já terminou um namoro mas...", "você casaria comigo sabendo que...") e isso machuca porque ela passa por isso como se 4 anos não fosse nada. Nem eu nem ela contamos para alguns amigos e família e nem sei como iremos fazer isso, vou ter que explicar pra toda minha familia que terminamos e ficar triste a cada pergunta dela.
Sentirei falta da família dela.
Minha ideia não era dizer tudo isso mas acabou que ficou desse tamanho, como a única pessoa que era minha amiga era minha namorada preferi desabafar aqui mesmo, onde infelizmente sei que vou ter mais ajuda do que meus "amigos". Só de vocês lerem será de enorme feito pra mim, gostaria de agradecer este sub, há pessoas de muita compaixão aqui.
Bom, vale mencionar que tive uma época com depressão e possuo ansiedade extremamente forte então continua difícil superar isso mas deixarei que me dêem conselhos.
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2020.08.16 14:04 Apprehensive-Yak2857 Acho que estou frustrado com minha esposa

Estamos casados a 5 anos. Quando nos conhecemos, ela e eu faziamos faculdade. Eu tenho 37 anos e ela 29. Fomos morar juntos com 1 ano de namoro e ela saiu do estágio para outro emprego que ficou 2 semanas apenas. Ela ficou 3 meses desempregada e conseguiu um "emprego" de contrato em orgão público.
Eu sinto que estou decepcionado. No inicio, eu segurei pq pensei que ela melhoraria financeiramente e poderiamos dividir as despesas. Mas o fato é que ela se acomodou no orgão público até trocar a cheia-política e ela ser desligada. Depois foi para outro orgão público como terceirizada e ficou apenas 1 ano.
O que me incomoda é que parece que ela não corre atrás realemente. Pago todas as contase sinto um peso gigante nas contas.
Agora ela arrumou um trabalho de telemarketing mas sei lá...acho que se eu morrer amanhã, ela ta ferrada mas ela parece não se importar.
Minha frustração é tanta qur não consigo mais transar com ela. Estamos meio distantes. Queria ter uma esposa que me ajudasse nas contas, que eu pudesse ficar seguro que se eu perder o emprego, conseguimos manter nossa casa mas não tenho essa segurança. Se algo me acontece, estamos ferrados.
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2020.08.08 08:17 Peixefaca Serei o babaca por cortar relações com o meu pai?

Irei começar desde o início, ou seja, desde a infância do meu pai para contar as coisas por ordem cronológica e também contar os dois lados.
O meu pai foi o último de 6 irmãos, isto nos anos 70 que em Portugal foi durante a ditadura. A vida nunca foi muito fácil para a família. No aniversário do meu avô, ele tinha ido ao centro da cidade para comprar bilhetes da seleção de futebol da localidade... o meu avô foi de bicicleta e um bêbado a conduzir, atropelou-o e o meu avô faleceu. O meu pai tinha somente 3 anos, uma mulher com 6 filhos para cuidar sozinha nos anos 70. O meu pai nunca teve um pai propriamente dito porém o meu tio mais velho foi a figura paternal do meu pai e da família, era ele que trabalhava para sustentar a casa, era ele que batia nos meus outros tios quando eram apanhados a fumar e etc. Quando o meu pai tinha 14 anos, o meu tio (com 23, creio) suicidou-se de uma linha de comboio/trem. O meu pai nunca teve uma figura paternal desde então. Depois disso, vários dos meus tios, sem supervisão parental, começaram a consumir drogas e isso inclui o meu pai que aos 14 também, largou os estudos para ir trabalhar. Passaram-se alguns anos e ele mudou o rumo. Largou as drogas, andou numa clínica de reabilitação e arranjou um emprego, nuns anos avante, ele conheceu a minha mãe e aqui estou eu.
Agora que apresentei a história dele, passemos à minha. O meu pai sempre foi bastante ausente, quando eu era criança ele chegava sempre cansado e mal estávamos tempo juntos, ele gritava quando eu cobrava a atenção dele e nunca tivemos uma ligação forte, dado que ele não prestava o mínimo de atenção à família porque achava que sustentar financeiramente era o suficiente. Com os meus 6 anos, o meu irmão nasceu e o meu pai ausentou da mesma maneira. Passou-se um ano e os meus pais separaram-se, a minha mãe foi muito forte porque o meu pai virou grande parte do círculo social dela contra ela, e ainda tinha que sustentar dois filhos! Passaram-se 3 anos e eles resolveram os desentendimentos e juntaram-se. Vale realçar que esses 3 anos eu senti-me livre de medo, o meu pai sempre gritava e intimidava. A minha irmã nasceu e o meu pai não aprendeu nada... Agora, irei realçar pontos importantes para prosseguir a história: o meu pai sempre me deu uma educação machista: mulheres não podem usar roupa curta, gays são doentes e Deus é tudo, obrigava-me a ir na igreja e diminuia-me à frente da família e amigos. O meu pai normaliza bastante assédio, pratica-o e deixei de sair com ele porque não queria ser visto como igual. Por grande parte da minha vida eu fui homofobico e machista, eu fazia "piadas" com meninas que as deixavam mal, até hoje culpo o meu pai, pois eu era uma criança na altura. Por causa dessa inferiorização, virei uma criança tímida e cheia de medo dd ser julgado, atualmente ainda me causa alguns transtornos mentais. Aos meus 14 anos, fui diagnosticado com cancro (linfoma) no último estágio com metástases nos ossos e a se iniciarem nos pulmões. Foram meses muito duros, tive que ficar fechado em casa por 6 meses (é pessoal, essa quarentena é meio leve pra mim) porque eu tinha a imunidade super baixa; na altura eu não tinha nada com que me entreter e queria jogar com amigos meus, achei boa ideia conversar com os meus pais em comprar um pc gamer, a minha mãe hesitou mas o meu pai começou a gritar e chamar-me de ingrato, levantou-me mão e empurrou-me pra trás. Não basta dizer que passei o resto da quimioterapia isolado, né? Depois disso este tipo de discussões foi mais habitual porque desde aí que comecei a me revoltar. Depois dos tratamentos terminarem (sim pessoal, até hoje estou bem :3) decidi dar um novo rumo à minha vida, nos estudos e etc. Mas ele provocava-me sempre e ele tentava me bater. Houve uma vez que a minha mãe se colocou na frente para não me bater e ele complementa empurrou-a. Desde aí decidi não usar mais o nome do meu pai na identificação, só o da minha mãe. Há um tempo considerável que conheci uma menina incrível, começámos a namorar e escondi por bastante tempo por causa da minha família porque eu tinha a certeza que o meu pai iria usar o namoro para me atacar. O inevitável aconteceu, ele soube e veio dar uma de "pai" a dar conselhos de namoro como: "nunca a deixes ter poder", "tu és o dono da relação ", "não deves te importar como ela se sente, pois ela vai te usar". Mais tarde, numa discussão que já nos é habitual, ele disse "vou destruir o teu namoro", "nem sei como ela namora contigo". É por este tipo de coisas que ocultei o namoro. No meu aniversário, a minha namorada deu-me um livro personalizado com todas as nossas memórias, foi bastante caro (amor, se estiveres a ver isto, peço desculpa por ter visto o preço <3). O meu irmão estava a bater na minha irmã enquanto ela chorava baba e ranho, o meu pai ficou no sofá a ouvir aquilo sem fazer nada (a minha mãe tinha saído). Fui lá e comecei a discutir com o meu irmão, ele foi buscar o livro que o meu amor me deu e rasgou-o. Aquilo destroçou-me. O meu pai chegou e começou a rir, colocou as culpas em mim e falei na cara que era um pai de merda, que mais valia eu não ter nascido dele e que por mim ele iria embora. O prólogo não interessa, foi o habitual. Planeio cortar relações com ele quando eu fizer os 18.
Na minha opinião não o consigo culpar, pois ele não teve educação mas não sou obrigado a ter a vida destruída por causa dele. Serei um babaca por cortar relações com ele?
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2020.07.23 00:24 Sweet-Catch Será que vivo um namoro abusivo?

Olá, sou H24, namoro faz 1 ano, minha namorada já fez uma lista de prós e contras pra namorar comigo e as coisas contras ganharam de 23 x 6. Moramos na mesma cidade, ela faz questão de querer dormir todos os dias juntos, quando eu falo alguma coisa de não poder dormir junto ela já começa a brigar e jogar na cara todas as coisas que já aconteceram de briga e diz que estou parando de ama-la. Tudo tem que ser junto com ela, se faço algo diferente ela já diz que só penso em mim. Não posso pegar no celular quando estamos juntos pois ela já fala que estou a trocando e não aproveitando o tempo com ela, e quando não estamos juntos ela cobra que tenho que dar toda a atenção pra ela pelo wpp. Gosto muito dela, eu a amo, a todo momento fico com medo de fazer algo errado. Essas atitudes dela são normais? Eu faço faculdade em outra cidade, porém estou nos finalmentes, mas ainda tenho algumas pendências, uma delas é estágio, e estágio não pode negar, se eu falo algo de estagiar em outra cidade ela já diz que estou a abandonando, que ela não vai conseguir namorar assim. Se eu falo que precisarei voltar pra cidade da faculdade para fazer umas matérias que estão faltando ela diz que tenho que sair da rep e morar sozinho. (Mas com a pandemia não vou voltar lá). Quero uma opinião. Obrigado
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2020.07.23 00:22 Sweet-Catch Será que vivo um namoro abusivo?

Olá, sou H24, namoro faz 1 ano, minha namorada já fez uma lista de prós e contras pra namorar comigo e as coisas contras ganharam de 23 x 6. Moramos na mesma cidade, ela faz questão de querer dormir todos os dias juntos, quando eu falo alguma coisa de não poder dormir junto ela já começa a brigar e jogar na cara todas as coisas que já aconteceram de briga e diz que estou parando de ama-la. Tudo tem que ser junto com ela, se faço algo diferente ela já diz que só penso em mim. Não posso pegar no celular quando estamos juntos pois ela já fala que estou a trocando e não aproveitando o tempo com ela, e quando não estamos juntos ela cobra que tenho que dar toda a atenção pra ela pelo wpp. Gosto muito dela, eu a amo, a todo momento fico com medo de fazer algo errado. Essas atitudes dela são normais? Eu faço faculdade em outra cidade, porém estou nos finalmentes, mas ainda tenho algumas pendências, uma delas é estágio, e estágio não pode negar, se eu falo algo de estagiar em outra cidade ela já diz que estou a abandonando, que ela não vai conseguir namorar assim. Se eu falo que precisarei voltar pra cidade da faculdade para fazer umas matérias que estão faltando ela diz que tenho que sair da rep e morar sozinho. (Mas com a pandemia não vou voltar lá). Quero uma opinião. Obrigado
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2020.06.15 22:58 DarKadaTa Eu só tenho aqui pra falar isso

Recentemente eu fiz um post falando da situação da república onde eu morava.
Hoje ela se desfez e eu procurando onde morar achei um lugar razoável pra mim.
Mas percebi que é impressionante como é fácil para as pessoas fingir ou se fazer de que “está tudo bem” umas para as outras. Que é muito fácil falar muito mal de X, mas quando X aparece, fingir que é seu melhor amigo é como respirar. O que me fez pensar que todos ao redor são assim... exceto meus pais.
Por conta de toda a briga e do abuso que sofri naquela república, confesso que estou à beira de um colapso. Quero trancar a faculdade, largar o estágio, terminar o namoro...
Queria desistir de tudo. Queria, na verdade, morreme matasumir. O que é bem estranho, já que eu tenho as melhores notas da faculdade, sou considerado um dos melhores alunos por muitos professores, o diretor do fórum que eu estágio confia tanto em mim que me pôs pra trabalhar com o juiz e sou considerado o melhor namorado do mundo pelo meu xuxu.
Agora eu vejo que os meus problemas são maiores que eu. Esses problemas me tiraram o gosto pela vida e eu me sinto péssimo com isso.
Meu eu de alguns anos atrás teria vergonha de mim hoje e, se nos encontrássemos, pediria desculpa porque não sei onde eu errei.
Se eu pudesse voltar no tempo pra consertar as coisas, impediria meus pais de se conhecerem.
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2020.06.09 20:20 Snoo8844 Treido pelo ex e a Naja amiga

[A TRAIÇÃO DO MEU NAMORADO COM A MELHOR AMIGA] (Sou do nordeste, aprende a fazer o sotaque direito poxa)
olá lubisco(sonho em casar contigo), editor (gato gostoso), pessoas a ver, possíveis convidados seres binários e não binários, olá mãe, tia e avó, enfim...
Eu sou G-A-Y (escrevi assim pq tenho orgulho), e me descobri aos 14 anos de idade, passei por vários processos com minha família que não vem ao caso agora, aos 15 eu conheci um menino que era PROFESSOR no cursinho que eu fazia estágio, e a gente na hora do almoço comia junto tendeu? Hahahaha Fomos nos aproximando mais e mais até que um dia ele escreveu uma carta pra mim me pedindo em namoro, eu aceitei e começamos a namorar. Nos dois primeiros anos foi ótimo até que (editor coloca efeito de avançar dois anos aí? Obrigado amado, depois te mando um nudes, brincadeira ksksksksks) Até que eu conheci uma menina num grupo do Facebook, como eu havia dito no começo eu tive uns persegues com minha família, e eu participava de grupos de auto ajuda no Facebook, que foi onde é conheço o desmantelo da minha vida, se eu soubesse teria mandado ela ir pra casa do baralho antes... Mas voltando a história, eu conheci ela e ficamos próximos, (avança mais dois anos) no quarto ano de namoro, eu comecei a desconfiar de certas atitudes deles (da Naja com meu ex), tipo, eu estudava em escola integral, entrava pela manhã e saia a noite, e ELA PASSAVA O DIA NA CASA DELE, aí eu comecei a desconfiar, foi quando eu comecei a dar corda (investigar aqui no nordeste) e deixar os dois mais a vontade, FOI AÍ QUE EU DESCOBRIR TUDO (faz voz de choro) Eu larguei da escola e fui pra casa dele, eu tinha a chave de lá, entrei sem fazer barulho, porque eu sabia que eles estavam lá, mas as luzes estavam todas apagadas, procurei eles pela casa toda (a casa tinha 3 andares) e encontrei os dois lá em baixo desnudos, do jeito que vinheram ao mundo, carls e Darls FAZENDO SEXU cara, meu mundo caiu, eu virei as costas pra eles e fui embora (eu nunca fui de fazer barraco nem de brigar, sempre odiei discutir com alguém), fui embora pra casa de tia Carminha... No outro dia ele (o ex descarado) começou a falar comigo pelo Facebook, me mandou vários print da conversa deles mostrando que ela queria separar a gente, foi aí que eu decidi não me segurar mais, mandei um FUCK YOU MATHERFUCK e bloquiei ele até hoje...
Beijos lubisco, te amo, quero casar contigo, se tiver interesse em saber quem sou eu, vou deixar aqui meu instagram, aceita meu pedido e casa comigo, eu sou tão e boa, diz a tia carminha que eu já amo ela como sogra...
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2020.04.15 22:17 baianoiz 2 meses de relacionamento

Então, eu só queria desabafar de um relacionamento meu que terminou a pouco mais de um mês.
Tudo começou bem, ela estava começando a morar sozinha, pois seus pais iam se mudar para outra cidade, ela pediu ajuda para pegar umas coisas, eu fui lá (primeira vez que eu ia na casa dos pais dela) e ela reclamou pois eu não estava ajudando mesmo, que era pra eu ser proativo ajudando ela, sendo que algumas coisas ela ia jogar fora e outras não, tentei conversar com ela que eu entendia a forma que ela se sentia da mudança e que era difícil só que eu não poderia sair jogando as coisas dela fora sem saber.
Ela adotou uns gatos assim que começou a morar sozinha, já tive alguns animais quando mais novo e já namorei com pessoas que tinham gatos, você precisa de dar amor, carinho e compreensão, nem sempre eles vão fazer o que você quer ou espera, ela começou a reclamar dos gatos todo dia pra mim, de coisas que qualquer pessoa esperaria um gato fazer, subir na mesa em lugares, derrubar algumas coisas(quando sobem) e fazendo barulho a noite pois são novos na casa, ela cansou dos gatos e quis devolver, falei pra ela que não se pode pegar animais sem ter um planejamento e que eles também tem sentimentos, as escolhas não podem ser feitas de forma impulsiva, brigou comigo dizendo que eu não apoiava ela e que não iria mais falar comigo sobre o que estava sentindo, falei que eu agi errado e pedi desculpas, não queria que ela não se sentisse confortável para conversar comigo. Ela devolveu os gatos e pensei que ela ficaria mais calma com as coisas, engano meu, ela trocou de jogar o mal humor dela nos gatos para jogar em cima de mim. Brigava por coisas pequenas, como por exemplo, eu ter comido as últimas rosquinhas Mabel na casa dela, ou quando brigou pq eu não queria comer nada pq tinha voltado a fazer dieta pq não estava feliz com o meu corpo.
Quando tentei desabafar com ela de algo que tinha acontecido com a minha família, ela enviou em caixa alta dizendo que “QUERO QUE SUA FAMILIA E A MINHA EXPLODAM, ESTOU CANSADA”, a gente tinha marcado de fazer algo na sua casa com seus amigos, continuei com esse plano, você ficou mais estressada, mas olhando pra trás talvez eu deveria ter cancelado e ter ido ficar apenas com você e te ouvir, errei nisso, mas no momento eu queria te aproximar dos seus amigos, falha minha.
Mas o que me magoou mais de você ter terminado foi que você disse que eu não te dava prioridade e por isso você parou de gostar de mim, eu tive aula pela manhã durante todas as férias, faço pesquisa, estágio e ainda tenho aulas a noite e mesmo assim eu tentava ficar com você sempre que podia, não poderia sacrificar mais do que eu fiz pelo relacionamento. Talvez você não saiba, mas também ter falado que eu estava mais roliço me afetou bastante, sofri bullying no ensino médio por ser gordinho e já tive vários problemas alimentares, hoje muita gente elogia meu corpo, mas você tinha que ter dito isso.
Não foi só isso que aconteceu no relacionamento, me decepciono, pois, percebo que da sua parte não existiu uma tentativa para as coisas realmente darem certo, foram dois meses bem ruins pra mim e se eu pudesse não teria te pedido em namoro.
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2020.04.10 04:02 SubodeiBR Final de namoro, infelicidade, sei lá oq to sentindo...

Boa noite. No ensino médio conheci uma garota que viria a ser minha namorada, resumindo a gente se dava super bem e se entendia demais, nunca ficamos um dia sem se falar, dificilmente discutíamos, mas quando acontecia chegávamos em uma solução fácil. Enfim, terminamos a escola. Entramos em universidades diferentes, e logo no final do primeiro ano ela conseguiu um emprego excelente, e foi morar sozinha. Queria que eu fosse com ela, entretanto eu só fazia alguns bicos que no final do mês davam uns 600 reais. Acabei recusando de morar junto, não queria ser mal visto pela família dela. No final ela acabou vindo morar mais próximo da minha casa, assim conseguiríamos passar mais tempo juntos pq quando entramos nas universidades só conseguíamos ficar juntos finais de semana. E assim se passou mais 3 anos, ela tinha conseguido ser efetivada na empresa e estava com um plano de carreira e eu fazendo meus bicos pra se manter. Foi ai que tudo começou a mudar, ela ganhando super bem, queria fazer coisas que eu não tinha de onde tirar o dinheiro e eu por outro lado nunca quis ser bancado. Finalmente consegui um estágio na minha área, não era um salario maravilhoso porém muito melhor do que eu ganhava e sabia que todo final do mês era garantido na minha conta. Nesse meio tempo ela começou a frequentar os happy hour da empresa, e começou a sair com o pessoal, eu nunca a proibi, muito pelo contrario sempre incentivei a sair, queria que ela aproveitasse a vida não só comigo, pois começamos a namorar muito cedo. Então passou mais algum tempo e eu consegui um "bico" pro fim de semana em outra cidade, minha rotina era acordar as 05 30 e chegar em casa 00:00. Antes desse emprego nos víamos 3 4 vezes por semana. Mas agora nas sextas eu saia da aula e já ia pra outra cidade na casa de um amigo pra poder começar cedinho no outro emprego e chegava domingo as 22h. passaram-se dois meses nessa rotina. Eu só conseguia ficar com ela pra dormir nas segundas e terças, sempre chegava tarde da aula então não conseguíamos sair era basicamente dormir pois vivia cansado, já que não tinha folgas. Até que uma segunda feira ela me liga e diz que n estava se sentindo muito bem e queria ficar sozinha. No outro dia me disse o mesmo ai já liguei pra ela, queria saber oq tava acontecendo. Ela me disse que eu não estava lhe dando atenção, nunca conseguia sair com ela e não estava a vendo muito e se sentia sozinha. Acabou me pedindo um tempo. Quando me disse não acreditei naquilo tudo, eu estava dando tudo de mim para poder acompanha-lá, e teria que ter alguns sacrifícios... Se passou 3 dias eu liguei pra conversar, discutimos e acabamos terminando. No outro dia pela manha ela me liga chorando pedindo desculpas, dizendo que tava muito confusa e tomou a decisão errada. Queria sair pra conversar e colocar os pingos nos is. Conversamos bastante, e eu disse pra ela, que só era pra gente voltar se fosse uma decisão dela, não era pra ser influenciada pelos pais, já que eles tinham muito afeto por mim. Nao iria adiantar ela voltar por eles, não tem como empurrar com a barriga um namoro. Ela disse, sim a decisão é minha, eu quero estar contigo, quero viver contigo, se casar, ter filhos. Você é minha vida, quero te fazer o homem mais feliz do mundo. Ai que homem vai recusar isso? eu me sentia da mesma forma. Acabamos voltando. Fizemos muitos planos, eu larguei o emprego do final de semana pra passar mais tempo com ela. Em dezembro tinha planejado pra morar juntos, essa época era final de julho. Se passaram mais algumas semanas, senti que ela estava estranha, mais imaginei que não seria mais a mesma coisa, depois daquele tempo que demos, quase 5 anos e foi a primeira vez que tínhamos brigado e ficado sem se falar. Deixei rolar... Ai pensei em uma surpresa pro nosso 5 ano de namoro, arrumei uma viajem pra tentar se reaproximar mais e começar uma nova etapa da nossa vida, deixar aquilo no passado. Iriamos viajar no sábado pela manha, contaria a surpresa na sexta a noite. Na quinta me manda uma mensagem, dizendo que queria outro tempo. Meus amigos MEU CHÃO CAIU, FIQUEI SEM REAÇÃO, CHOREI FEITO CRIANÇA, foi uma frustração terrível, não conseguia me concentrar no trabalho, na universidade, é serio foi terrível. Só pensava nela e na resposta que ela me daria. E o pior de tudo a decisão não era minha, isso me consumia, ficava imaginando oq aconteceria, se voltaríamos ou não. Passou 6 dias não consegui mais suportar tudo aquilo e liguei para ela, falei vamos conversar, eu implorei, pra ela voltar, falei muito, muito mesmo e ela só me dizia, não sei, não sei, preciso de mais tempo pra pensar nisso. Me deixa pensar um pouco mais, nao quero tomar a decisão errada, me pediu mais alguns dias. Eu não ia conseguir esperar, eu falei, se tu me amasse não iria ter duvida nessa decisão, então acho melhor a gente terminar de vez! só me diz uma coisa, tem outra pessoa que vc está gostando? ela falou, "nesse tempo que vc me deixou sozinha eu me acostumei e gostei, eu comecei a reparar nas outras pessoas e acabei curtindo". Eu não falei nada, só desliguei o telefone. Terminou por ali 5 anos de namoro por uma ligação telefonica. As primeiras semanas foram difíceis, sentia muito a falta dela, mas com o tempo fui me acostumando. Comecei a sair com meus amigos, conheci novas pessoas, novos lugares e novas garotas. Faz 8 meses que terminamos o namoro e segui com minha vida. Eu não me acho um homem feio, tenho 23 anos atualmente, faz 5 anos que pratico musculação, tenho um corpo legal, mas sei que não sou o Brad Pitt, não tenho muita dificuldades com mulheres, dormi com muitas nesses ultimos meses. Mas em janeiro me bateu uma tristeza absurda, não consegui descobrir oq é, já pensei muito e a solução não vem. Não sei se sinto falta de estar namorando, da minha ex, ou sei lã oq... Sinto uma infelicidade absurda, parece que o mundo ficou cinza. Mas ao mesmo tempo não deixo de trabalhar, estudar, treinar, sair. Meus dias são um saco, são só alguns momentos de felicidade depois volta pra mesma. Mas assim, não tenho vontade de morrer ou fazer alguma merda. Só parece que to vivendo sem um sentido...
O TEXTO FICOU GIGANTE MAS PRECISAVA DESABAFAR!
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2020.02.17 14:41 DizzyWritter Minha vida perdeu totalmente o rumo depois do término do meu relacionamento, e eu não tenho ninguém para conversar sobre

Bom, eu vou tentar resumir o máximo pois eu acho que ninguém aqui tem tempo pra ficar lendo uma história muito grande, mas vou tentar dar o máximo de detalhes possíveis.
Antes de namorarmos, já éramos melhores amigos por 6 anos, sempre nutri sentimentos por ela, mas nunca demonstrei afinal por todo esse tempo ela estava namorando, até que um dia ela terminou, passou um tempo solteira e foi quando eu tive a oportunidade de demonstrar o tanto que eu gostava dela, o máximo que eu podia, mas nunca passando da linha da amizade pois a respeitava muito, até que os dias foram passando, nosso sentimento foi crescendo e num belo dia estávamos namorando. Foi quando ela finalmente conseguiu se abrir e me contar sobre tudo que tinha traumatizado ela no relacionamento anterior, sobre quanto o ex namorado tinha sido abusivo, manipulador, babaca, entre outras coisas, e eu, como melhor amigo e agora namorado, sentei e ouvi, eu ouvi tudo sobre os traumas e inseguranças que ela tinha adquirido com aquele relacionamento, me tornei praticamente um psicólogo, ouvi coisas que até sinceramente eu não queria ter ouvido, mas para ajudar ela eu faria e fiz de tudo, e não me arrependo, eu ouvi, aconselhei, apoiei e coloquei ela pra cima, enquanto eu mostrava, dava todo o respeito e espaço e demonstrava que ela podia confiar em mim, que eu nunca ia fazer o que o cara fez, e acho que consegui fazer ela se sentir mais confiante, e não pensar mais nisso, deixar o passado pra trás e focar no futuro, e acho que depois disso ela ficou muito melhor.
Namoramos por 1 ano e eu posso dizer com certeza que foi um dos melhores anos da minha vida, nós vivíamos grudados, fazíamos tudo juntos, nos apoiávamos em todas as decisões, quando ela estava triste eu colocava pra cima, e vice versa, eu achava que tinha ganho na loteria e agora sim teria encontrado a companheira da minha vida, afinal, já éramos melhores amigos antes de namorar, eu não via nada que poderia dar errado. Depois de 1 ano de namoro e muito apoio moral e motivação por minha parte, ela conseguiu passar numa prova muito importante, e decidiu se mudar com os pais para outro estado, em busca de melhores oportunidades para o que ela queria fazer da vida, como nos amávamos bastante e não queríamos desistir, decidimos continuar com o namoro, dessa vez à distância, e a partir daí eu já comecei a me planejar, comecei a dividir minha jornada de estudos entre a faculdade que eu já estava na metade, e também comecei a estudar para concursos públicos, almejando uma vaga no estado para onde ela iria se mudar, já que na minha cabeça uma vaga garantida e a estabilidade de um servidor público me dariam a oportunidade de me mudar de vez pra perto dela, sair do meu ambiente familiar que é bem tóxico (isso talvez fique para outro desabafo), e a oportunidade de começarmos uma vida juntos, além disso, eu comecei a mandar currículos para um monte de vagas, na oportunidade de conseguir pelo menos um estágio, para ter um pouco de dinheiro e juntar para poder visitá-la.
Os primeiros 6 meses à distância não foram muito difíceis, apesar de ter as dificuldades da distância, conseguíamos ver coisas juntos, comentávamos pelo whatsapp, fazíamos chamadas pelo skype, até jogávamos alguns joguinhos multiplayer juntos para nos sentirmos mais juntos. O problema começou depois desses 6 meses, as brigas, que antes eram normais, coisas de casal, foram ficando mais frequentes, ela dizia que eu "não estava dando tudo de mim para ficarmos juntos", que eu estava "acomodado" e não estava "buscando de verdade emprego", que eu "nunca ia conseguir uma vaga do jeito que eu estava procurando", nós discutíamos, estressávamos um com o outro, mas eu sempre perdoava pois entendia que era problema da distância e juntos íamos conseguir superar, enquanto isso eu focava mais e mais nos concursos e continuava entregando currículos.
Mas as brigas continuavam, e foram ficando mais e mais frequentes, eu sentia ela mais distante, menos amorosa, tentava conversar mas ela sempre dizia que não era nada, algumas coisas de casal que a gente fazia e achávamos "fofinhas" não estávamos fazendo mais, paramos de fazer planos, praticamente tudo estagnou, ela estava muito distante, eu tentava animar, escrevia alguns textos pra tentar animar, mas acabávamos brigando pois ela dizia que eu só falava e não via nada mudar, apesar de eu estar tentando mais que tudo fazer as coisas darem certo. Até que um dia, no finalzinho do ano, sem termos brigado, sem estarmos estressados um com o outro, sem nada, ela me manda mensagem dizendo que quer conversar e termina comigo, sem mais nem menos, dizendo que "estava cansada da distancia", que "me falava as coisas e eu nunca mudava" se referindo à minha forma de tentar arrumar emprego, que eu "nunca ia achar uma vaga dessa forma" e que "estava cansada de namorar um celular". Eu tentei argumentar para que talvez continuássemos juntos mas ela estava decidida e disse que isso seria "empurrar com a barriga o relacionamento", mesmo contrariado e triste, eu aceitei o término e pedi pra ficar um tempo sem nenhum contato com ela, já que eu ainda tinha sentimentos e teria que ter um tempo pra ficar sozinho e ver o que eu ia fazer, ela aceitou, mas acabou que semanas depois ela sempre me mandava mensagem pedindo algum tipo de ajuda, e eu, besta que sou, ficava achando rude não responder ou negar, e sempre ajudava.
Então, se passou um mês do término, eu ainda estava na merda, e por um golpe de sorte, um pouco de intuição e ajuda de alguns amigos em comum, eu descobri que ela já estava com outra pessoa, e dizendo que "era uma situação atípica", que ela estava com raiva e não queria mais saber de ninguém depois do nosso término, mas que "o universo agiu para eles ficarem juntos", que eles estavam "só se conhecendo, indo devagar", e que "ele entendeu ela, e deu mais confiança no pouco tempo que se conheceram do que eu dei em todos os anos de amizade e namoro".
E agora eu estou aqui, depois de saber disso, quebrado, vazio, machucado, sem rumo nenhum na vida, pois tudo que eu mais queria era ficar junto dela, e agora não tenho mais nada, estou flutuando entre dias que estou "bem" e até consigo me concentrar em uma coisa ou outra, e dias que eu não consigo fazer nada a não ser ficar deitado o dia todo vendo vídeos aleatórios, até dar a hora de fazer alguma obrigação em casa, e até chegar a hora de dormir, onde eu me abraço no travesseiro, choro e depois durmo, eu não sei mais o que fazer da minha vida, e o que piora é que eu estou num momento que não tem nada pra fazer, eu acabei de acabar um curso que estava fazendo nas férias, tentei entrar em outros mas não gostei de nenhum, minha faculdade só volta no começo do mês que vem, e eu estou totalmente perdido, eu sinceramente não vejo mais nenhuma beleza na vida, estou quase abraçando a ideia de que relacionamentos não foram feitos pra mim, eu já sou chato pra gostar das pessoas, algumas já passaram na minha vida, mas amar mesmo (100%, como eu penso que é amar), eu só amei duas pessoas, e essas duas conseguiram me deixar de coração partido de uma forma ou outra, eu estou muito tentado a me fechar pra sempre para relacionamentos, eu não sei mais o que fazer, nem sei como tirei forças pra escrever tudo isso, eu não tenho ninguém para conversar sobre isso pois todos os amigos que eu tentei falar sempre me falavam coisas como que eu devia "sair para a balada e pegar todas" ou comer uma p***, mas eu não sou assim, nunca fui e não pretendo ser, então eu descobri esse subreddit e decidi escrever aqui pra tentar deixar meu coração mais leve, e talvez algum de vocês ler e conseguir me dar um conselho, uma luz, qualquer coisa, desculpem pelo texto gigante, eu espero que vocês leiam e me ajudem, muito obrigado por terem aberto essa oportunidade das pessoas desabafarem, desde já obrigado demais a vocês.
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2020.01.24 01:31 buzzbuzzmaster O dia em que perdi a virgindade oral

Então galera, um belo dia lá estava eu de saco cheio em casa. Nada pra ver, Netflix aquela coisa, os amigos de férias e eu sozinho. Sem vontade de nada, porém era um sábado, dia nacional da aprontação. Dia de bater perna na rua e ver o que acontece. Pensei, vou sair sozinho. Comigo tem rolo não, vou sozinho pros lugares. Não tenho essa frescura de ui, vão me achar esquisito no cinema. Vou e pronto. Vesti um belo aparato, aquele perfume cheiroso e um cueca nova. Sabe como é né, a primeira impressão é a que fica. Pedi um táxi, aprendam crianças, se beber não dirija ;).
Fui pra uma conhecida boite alternativa. Sabe, aquela galerinha do cabelo colorido, mas que desce até o chão. Curto uma tatuagem, um cabelo curtinho e safadeza, o que em lugares hipsters têm de montão. Daí tô lá pá, num molejo sensual, numa alegria alcoolica quando vejo um xuxuzinho ao longe. Em torno de 1.65, cabelos pretos no ombro, olhos azuis, branquinha. Seios pequenos, mas uma bundinha arrebitada e levemente graúda. Perfeitinha. Hora do ritual do acasalamento, do oi, tudo bem, de dançar e pá.
Ela já tinha dado bola pra mim, então foi só chegar na humildade. Ela tinha uma voz rouca, sensual, parecia interessada. Papo vai, papo vem, mão na cintura, ela vem na tua direção, não tem amiga nenhuma pra aporrinhar. Você e a gata, num papo cabeça 2 da manhã, a música alta, os bêbados em volta. Daí ela chega no seu ouvido e fala "Eu sou uma garota trans, tudo certo pra você?".
Na hora fiquei sem jeito, ela percebeu. Tentei voltar num elogio, pois não sabia o que dizer. Falei algo como, "você é bonita demais, eu nunca diria". Talvez algo pior. Não deve ter sido ofensivo pois ela não me ignorou e nem nada. Só sorriu. Ela perguntou se eu já tinha experiência com garotas transex e disse que não. Na hora fiquei entre ficar e pedir desculpas e ir embora. Mas tem um problema, sou curioso e sinceramente ela era atraente. Pensei literalmente com a cabeça de baixo.
Daí a coisa rolou. Beijava bem, com vontade. Foi um ótimo amasso, 10/10. E ficamos nessa um tempo, eu estava excitado e tal. Lá pelas tantas senti o pau duro, roçando na minha perna. Brinquei com isso, falei que nunca tinha sentido algo assim e ela me fala algo como "se quiser sentir mais coisas, vamos na minha casa". E completa, "te deixo ser ativo". Fiquei excitado demais na hora, mas tava com um medo, sei lá. Eu já tive curiosidade, mas nunca fui a fundo (hehe) nisso. Pensei se ela era feminina o bastante pra me excitar, transar não seria um problema. E depois eu ia ser o ativo, ora bolas. Disse pras amigas que ia embora com um "amigo", o que sempre significa outra coisa. Chama Uber, uma pegação na espera, entra no Uber, outra pegação só pra constranger o piloto.
Ela morava num prédio legal com os pais. Fazia faculdade, estágio. Algumas pessoas sabiam, outras não e assim levava a vida. Os pais a aceitavam desde sempre, então não era um problema. Eles estavam viajando e ela queria aproveitar a oportunidade. Tinha terminado um namoro longo e tava querendo aprontar. Enfim, chegamos no quarto dela, após uma preparação de 10 minutos no banheiro. Outro agarramento na cama, mão ali, mão aqui, sabe como é. Daí ela abre minha calça, puxa a cueca pra baixo e começa um boquete de primeira. Foi um dos meus top 10, só perde pra minha prima, mas isso é outra história.
Só que ela é boa demais nisso. Peço pra parar um pouco, que eu não queria gozar agora. Daí ela começa um strip-tease. Sento numa cadeira no quarto e ela começa. É magrinha, tem peitinhos de hormônio, nada grande, mas a forma era bonita. Nada de barriga, e tinha uma cintura. Fica de costas e começa a tirar o short. Sabe falsa magra? Pois é. Uma bela bundinha, arrebitada, carnuda, de quem faz agachamento. E senta no meu colo e começa a se esfregar no meu pau, duríssimo. A beijo, acaricio os seios. Daí vejo o pau dela (?): em torno de 17cm, mais pra fino do que grosso e de capuz. Nada de pêlos. Digo que é a primeira vez que vejo um ao vivo. Ela sorri e pergunta se eu não quero pegar. Eu toco nela, meio nervoso e ao mesmo tempo excitado. Começo a acariciar e masturbar. Nada mal, penso.
Então ela se levanta e fica de quatro na cama, nua. Arrebita a bunda e diz pra usar camisinha. Sim senhora, obviamente. Rapaz, foi bom. Eu já tinha comido anuses anteriores, mas ela sabia rebolar e se mover. Tentei ir de leve, pois não queria acabar logo, mas uma hora não aguentei e gozei. Sabe, aquelas bem fortes que parece que tem algo empurrando pra fora, que o olho vira tanto que dá pra ver dentro do crânio. Pois é.
Deitei ao lado. Ela tava com o pau duro ainda. Não tinha gozado. Disse "você pode chupar algo além dos meus seios" e olhou pra baixo. Daí ela me beijou e começou a empurrar de leve a cabeça pra baixo. Na hora só pensei, porra, vou chupar um pau. E comecei a beijar o corpo dela até embaixo.
Quando cheguei lá embaixo hesitei. Ela disse "não precisa se não quiser". Toquei de novo, brinquei com ele, coloquei a cabecinha na boca. Como já tava ali, só podia fazer uma coisa, chupar até ela gozar. O que não demorou tanto assim. Mas foi uma sensação estranha, é como lamber um dedo, mas macio. Algo assim.
Depois eu comi ela mais uma vez, ela gozou sem precisar de meu incentivo bucal. Depois dessa aventura, acabei tendo uma amizade com benefícios com ela. Ela me comeu, mas isso é uma história pra outro momento.
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2020.01.22 14:56 Caetano_Neves Insegurança com os novos rumos da minha vida

Estou no período final da minha graduação. Cursei Engenharia Mecânica em uma universidade federal com ótimo conceito, e recentemente consegui um estágio remunerado em uma empresa do setor automotivo de grande porte.
Eu sou do interior do Paraná e, por conta do estágio, terei que me mudar para o interior de São Paulo. A distância não é tão grande, mas é difícil voltar para casa com frequência.
Outro ponto importante é que estou em um namoro a quase 4 anos. Eu amo minha namorada e penso sinceramente em passar minha vida ao seu lado. Ela é atenciosa e compreensiva com meus problemas. Tem me apertado o coração e me causado muita tristeza saber que vamos passar um bom tempo sem nos vermos pessoalmente, mesmo sabendo que é por uma boa causa.
Tem me ajudado a encarar essa mudança saber que consegui o estágio por meus próprios méritos, além de ser uma ótima oportunidade para me aperfeiçoar profissionalmente e até mesmo começar minha vida em um ótimo emprego, em uma ótima cidade e ganhando bem. Mas sempre recai sobre mim a ansiedade (sofro disso a anos), e sempre penso que não estou preparado para estagiar ou que nossa relação vai ficar mais estremecida pela distância. Eu tenho batalhado muito para espantar esses pensamentos e seguir em frente, mas é difícil. Me ajuda muito saber que sou fazendo tudo isso para meu bem e para o bem do meu relacionamento, pois eu amo aquela mulher e faria de tudo para ter nosso futuro garantido.
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2019.11.23 11:58 bs-desabafos Sensação de vida e as vezes eu tenho é de humanas?

O método utilizado foi uma mistura de amizade+ficante+namoro só que como eu disse são um sonho e melhor oportunidade de vida. Durante a faculdade fiz um estágio e ja tinha alguns amigos meus enquanto andávamos. Embora ele tenha cuidado de mim (ou que pelo menos eu não tenho calma, não sei esperar, minha ansiedade tá piorando.
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2019.09.19 22:13 moohbr Quando brigar é a solução?

Eu nunca escrevi aqui, mas sempre acompanho os textos e, mesmo sem comentar sempre, as vezes os conselhos que leio para outros servem para mim. Pois bem, eu vou criar nomes fictícios para evitar exposição por ser uma situação grave.
Me chamo Luiz, tenho por volta dos 22 anos, faço estágio numa startup, namoro uma menina a qual eu sou realmente apaixonado, faço uma faculdade boa, estou com a vida andada. Bem, meus relacionamentos esse ano (amizade), se acabaram por causa de ciúmes de um amigo meu que namorava uma amiga, que gerou fofoca e foi quebrando o grupo. Sempre fui vingativo, e meio que, como o grupo me largou, mesmo não querendo voltar a conversar com eles, arranjei um jeito de provar que eu não fiz nada e que era tudo paranóia do cara. Pois bem, minha vida seguiu e aí eu me deparei com uma situação: o ex da minha namorada, ficou começando a caçar briga, e eu, não gosto de engolir as coisas, eu fui tirar satisfação com ele. De início, funcionou. Ontem, estava com ela na rua e ele veio encher o saco ( fica dando tchauzinho, símbolos e palavras pejorativas, áudio bêbado falando da época que eles namoravam) e eu, perdi a cabeça e meio que briguei com ele fisicamente. Eu não sou nada forte, sou baixo, ele é alto mas meu ki elevou pra mais de 8k e eu fiz mágica e conseguir ganhar a briga sem tomar um golpe se quer. Isso foi na porta da delegacia. Ninguém fez nada. Fiquei lá esperando ele fazer BO mas demorou tanto (5+) eu sair e fui para minha casa. Minha namorada hoje está com raiva, falando que eu não devia ter caído na provocação dele e tô com medo disso ferrar minha vida. Ela acha que fiz isso pelo meu espírito vingativo mas na hora só pensei na minha honra.
O que vocês acham? Conselhos, se eu vou me livrar, qualquer coisa que me ajude a parar de pensar nessa merda.
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2019.08.25 20:30 criptonio Sentimento de fracasso ao final da graduação

Caí na universidade meio que de paraquedas. Escolhi meu curso literalmente eliminando as matérias que eu não gostava no ensino médio.
Fiz o ENEM e surpreendentemente passei para Bacharelado em Química numa boa universidade (UFSCar).
Tive muitos problemas no começo do curso, relacionados principalmente a ter que me virar sozinho em uma cidade 3 vezes maior que a minha. Saudades da família, cozinhar, ter as próprias pernas como único meio de transporte, término de namoro, dificuldade em fazer amigos e a solidão foram os principais deles. Além do cálculo, da geometria analítica e da física, claro. Por ter vindo direto de escola pública acabei sofrendo um bocado até conseguir suprir todas as minhas deficiências do ensino básico ao mesmo tempo que tinha que aprender os temas do ensino superior.
Quatro anos se passaram e cá estou pagando as últimas disciplinas do curso. As coisas até que saíram bem, gostei muito do curso; aprendi bastante; reprovei uma vez só (bendita geometria analítica); fiz bons amigos. Cenário ideal para que eu estivesse feliz, certo? Errado.
Olho para o lado e vejo amigos que fizeram 3 anos de iniciação científica, publicaram artigos, fizeram intercâmbio, participaram de atlética, congressos, centro acadêmico, monitoria, PET, projetos sociais etc. E eu "só fiz a faculdade". Até cheguei a fazer um ano de iniciação científica, mas não cheguei a ter um projeto próprio. Participei da orquestra da universidade por um semestre também, mas tive que sair por conflitos de horário.
Agora, buscando estágio em empresas, vejo uma imensa valorização de todas essas atividades extracurriculares que eu não fiz por estar focado nas disciplinas, que desde sempre foram meu objetivo principal.
Com isso vem esse sentimento de fracasso, mesmo depois de ter ralado imensamente pra concluir o curso. Ver que talvez eu nem consiga um emprego na área porque o concorrente foi pra Europa e sabe falar 3 línguas, além de ter publicado 2 artigos durante a graduação.
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2019.08.12 07:24 echimenes SOBRE O LADO COMPLICADO DAS RELAÇÕES - HOMOAFETIVAS OU NÃO

Ok, isso é literalmente um desabafo. Acho que já passei da fase das reclamações - e essa nem seria a função desse grupo. Mas aviso desde já: história longa a frente.
Primeiro, vou contextualizar vocês:
Eu tenho 22 anos de idade. Formado em Contabilidade em uma universidade federal. Me considero bonito, tenho boas comunicações sociais no ramo profissional e já trabalho na minha área de formação a quase 2 anos.
Sou gay. Não assumido para familiares - não por escolha, mas simplesmente por que não me preocupo com o que vão pensar de mim. Eu sou o que sou e tenho pleno orgulho de mim. Não preciso ficar anunciando a ninguém. Quem já sabe, e algumas pessoas mais próximas a mim já sabem, me aceitam sem complicações ou preconceitos imaturos.
Sempre fui mente aberta, porém apenas me reconheço como homossexual a pouco mais de 3 anos. Morava em uma cidade minúscula até mudar definitivamente para a cidade onde a minha universidade se localiza, uma das maiores do estado. Aqui, terminei minha graduação e consegui um bom emprego. Viver com a minha avó, depois do falecimento da minha mãe aos meus 11 anos, me fez crescer livre, embora minha timidez excessiva na adolescência não me permitiu ser um cara de festas e baladas, ou bebidas e outras drogas lícitas. Não sou de muitos amigos até hoje, embora seja mais extrovertido do que jamais fui.
Gosto de escrever. Muito. Meu sonho é ganhar dinheiro escrevendo um dia, seja livros ou roteiros de novelas e filmes - confesso: eu penso alto, embora meus pés estejam bem firmes no chão. Sou nerd quando o assunto é ciências, filmes, séries, livros e coisas dessa área pop. Gosto de fazer amigos que curtam o mesmo que eu.
Agora vamos ao "problema":
Eu me apaixonei por um garoto. Um ano mais velho que eu. Nem um pouco nerd e de personalidade extremamente mais dominante, mais autoritária. Um cara mandão, do tipo que não aceita "nãos" como resposta para nada.
Eu, que cresci sendo mimado pelas mulheres da minha família, jamais pensei que fosse me desarmar por outra pessoa como aconteceu. De verdade, pensei que eu fosse ser um grande babaca quando encontrasse o amor da minha vida.
"Grande engano o seu!" - disse o coração.
Pois é, o amor veio. Jamais senti o que senti por ele quando nos conhecemos. Foi bem na época em que eu "soube" que gostava de garotos e esse cara literalmente me ensinou, me introduziu ao mundo LGBTQ+. E só Deus sabe o quanto eu adorei isso. Aprendi a perder o pouquinho de preconceito que eu ainda trazia comigo desde antes de me ver nesse meio. Ele cuidou de mim, me ajudou a me adaptar nessa nova cidade e me fez pensar estar num sonho.
Obs.: sem contar que tudo o que sei 'na cama', adivinhem? Foi ele também que me ensinou. Virgem até os 20. Pronto, falei.
Eu realmente espero que outros homossexuais que lerem esse texto se identifiquem com a minha história. Eu não acho que seja tão incomum assim passar pelo que eu passo.
Começamos a namorar. Eu conheci a família dele. Passei a frequentar muito sua casa e a dormir lá mais vezes do que eu dormia na minha própria durante a semana. Seis meses haviam passado e já fazíamos planos ousados de irmos morar juntos dividir um mesmo aluguel e um mesmo lar. Ter nosso próprio doguinho.
Logo quando encontramos nossa nova casa, com menos de um ano que nos conhecíamos, resolvemos fazer nossa "lua de mel". Compramos juntos uma viagem para o Nordeste, onde ele viu o mar pela primeira vez comigo - eu já havia visto antes, durante um Simpósio no sul em que fui com minha turma da faculdade.
Foi durante essa viagem que senti as coisas começarem a desandar. Eu soube desde o início que ele era obsecado por sexo. E não me entendam mal, eu também gosto, mas no caso dele - ser assumido desde muito pequeno, ter conhecido o mundo do sexo logo com seus 14 anos de idade e nunca ter sido muito controlado pela mãe que o criou para ter cuidado com esses assuntos, creio que isso mexeu com a cabeça dele -, imagino que isso o deixou ser mais guiado pelo lado irracional da coisa.
Eu sei que muitos casais passam por isso. Apimentar a relação, encontrar uma forma nova de fazer. De repente, um brinquedo ou um até mesmo um terceiro. Sim, hoje eu sei que isso é a coisa mais normal no mundo. Não é um bicho de sete cabeças. Não é um BIG DEAL. É o ser humano. Somos nós. Cansamos do mesmo corpo, dos mesmos lábios, dos mesmos assuntos. Não tem a ver com amor. Tem a ver com adrenalina. Precisamos sempre de renovações, de viver novas aventuras. É maior do que nós. Pessoas desimpedidas passam por isso dia após dia. Mas chega a ser um tabu para os casais. E não estou falando apenas de homossexuais. Homens e mulheres se machucam o tempo todo quando chegam nesse estágio do relacionamento. É triste e desencorajador, mas devo dizer que para quem passa por isso, pode ser um grande ensinamento de vida.
Não sei se é por sermos dois homens ou se é por termos feito as coisas muito rápido, mas com menos de um ano de namoro, cansamos um do outro. O amor não diminuiu, pelo contrário, ainda é o mesmo. O que mudou foi a falta de novidade. Ele já tinha tido muito mais experiências do que eu. Havia passado por loucuras que rezo para nunca ter que passar. Mas eu, em termos, ainda sou um iniciante nesses assuntos. Ele queria mais do que isso.
Sugeri um terceiro. Sou MUITO mente aberta. A ideia não me magoou no início, embora tenha me assustado, confesso. Ele prontamente aceitou e aconteceu ainda nesse viagem. Minha primeira experiência a três, mas não a primeira dele, claro. Embora eu não tenho dito nada a princípio, isso mexeu comigo. Não soube como reagir. É estranho ver a pessoa que você ama com outro. Okay, eu deixei, eu permiti aquilo, mas quando aconteceu, fui invadido por um sentimento totalmente novo.
Depois da viagem, as coisas não melhoraram muito. Fizemos a "brincadeira" outras várias vezes, mas parecia não ser certo. Eu vejo pornografia online diariamente como todo garoto da minha idade. Isso nunca me afetou ao ponto do vício.
Então as desconfianças começaram.
Eu ia para o trabalho nos dias em que ele tinha folga e ficava imaginando o que ele estaria fazendo em casa. Ou com quem ele estaria. Vejam bem, não sou ciumento, mas eu já sabia do que ele era capaz por causa do sexo. Aliás, não se trata de ciúmes; é algo mais... ético. Poxa, somos um casal. Praticamente casados com alianças e tudo. Já fizemos ménage antes e não haveria por que pensar que pudesse haver traição no meio. Eu tinha esse sentimento dentro de mim - ainda tenho -, de querer conhecer alguém diferente, me envolver como me envolvi com ele. Sabem? Me sentir como me senti no começo com ele. Quando a chama da paixão era ardente e incontrolável. Mas não poderia deixar nada mesquinho aflorar de dentro de mim. Eu amo ele. Ponto.
E foi então que eu descobri. Eu já estava às vésperas de me formar na faculdade. Estava com emprego novo e tudo parecia correr as mil maravilhas. Eu soube através de um meio anônimo que ele estava saindo com outros caras. Não poderia dizer quantos, mas sabia que eram mais do que um. Meu mundo só não caiu por que sei me virar em situações de emergência. Sei alinhar meus pensamentos. Sei administrar o que é racional do que não é.
Não joguei nada na cara dele. Deixei as coisas fluirem. Continuei a trabalhar durante o dia e pegar o ônibus para ir a faculdade a noite. Nos finais de semana, eu limpava a casa e lavava nossas roupas. Por ter poucos amigos, praticamente não saia nas folgas.
Não demorou muito para eu também começar a sair com outras pessoas. As escondidas, claro. Era só sexo. Nada de contatos. Apenas satisfação da carne. Ele fez, por que eu não podia? Também sou jovem, bonito, por que bancar a Cinderela com a madrasta e as primas más? Podem me julgar a partir daqui, mas me senti revigorado. Senti a chama de novo. Não me senti me vingando, estava muito além disso.
As vezes ainda fazíamos nossos trios, mas com frequência menor do que antes. Então um dia, ele descobriu que eu também pulava a cerca como ele. O cara com quem eu havia saído numa folga minha em que ele trabalhou, não sei por qual motivo - talvez para ver o circo pegar fogo - mandou prints de nossas conversas para ele e aí... bem, não foi tão frio quando eu fui. Brigamos como nunca. Claro que já havíamos brigado antes por vários motivos diferentes - inclusive por sexo -, mas essa briga em especial foi a maior. Decidimos nos separar. Ele jogou varias hipocrisias na minha cara e eu, bem, eu aceitei. Foram sete dias sem nos vermos. Eu já estava pensando em me mudar para a casa de um primo até saber para onde iria, quando tivemos uma última conversa. Abri minha alma, expliquei o que eu havia feito e por quê. Lembram do que falei sobre não aceitar "nãos" como resposta? Pois é, isso vale para não aceitar que a culpa recaia sobre você também. Foi uma conversa difícil. Tínhamos um cachorro para cuidar. Uma casa alugada com um contrato de aluguel ainda longe de vencer e dívidas contraídas juntas para liquidar. Talvez tenha sido a junção de tudo isso, daquela dívida moral que eu sempre vou ter com ele por ter me ajudado tanto no começo, mas reatamos.
Continuamos juntos, embora elefantes ainda caminhem pela nossa casa. Eu sei perdoar. Já perdoei várias coisas e pessoas antes dele. Não guardo mágoas, pois sei dos malefícios que se dão com isso. Não gosto de atmosféras tóxicas dentro de um relacionamento, seja ele amoroso ou não.
Agora, sinceramente já não ligo para as folgas dele. Não ligo para o fato de quantos caras ele vai levar para a nossa cama enquanto eu Não estou por perto. Eu sou mente aberta ao extremo. Talvez se ele tivesse me pedido antes de fazer, eu tivesse deixado. Não estou decepcionado e não me sinto traído. Não choro por isso a noite depois que ele já dormiu. Minha consciência está, acreditem vocês, tranquila. Certa vez, num banheiro público, li a seguinte frase:
"Você tem certeza que não está colocando vírgulas ainda deveria estar colocando pontos finais?"
Pois é, eu sei que estou colocando vírgulas. Muitas. Sinto que metado de mim iria embora no momento em que nos separassemos definitivamente. Pois mudei muito depois que o conheci.
Mudo a cada dia estando perto dele e sabendo do que aconteceu. Me sinto preso. Preso em algo que já parou de andar. Isso me faz querer me odiar, mas eu também tenho amor próprio. Ou será que acho que tenho por pensar assim e fazer algo totalmente diferente?
Eu sou um garoto e a outra pessoa também é. Somos um casal homossexual vivendo num país predominantemente homofóbico e intolerante. Mas eu sei que essa minha história é a mesma que muitos outros casais vivem ou já viveram por aí. Eu amo esse cara. Amo ao ponto de ainda estar com ele depois de tudo. Amo ao ponto de saber que estaríamos melhor separados. Mas me faltam forças para dar esse passo.
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2019.07.07 15:40 pegasobr As pessoas tem seu auge em momentos diferentes

Venho pensando muito nisso ultimamente.
Eu passei longos anos na faculdade só tomando pau em todas as disciplinas do curso, é um curso muito difícil, mas o principal motivo é que eu não tinha propósito nenhum. Parece papo de coach, mas não é. Eu simplesmente odiava todas as disciplinas e nem entendia porque estava fazendo aquilo.
Enfim, nesse período eu fiz 17 FUCKING entrevistas de estágios, em todas fui reprovado. Tive depressão, a ponto de tentar suicídio algumas vezes, pressão da família para tentar concurso só para ter algum futuro e assim foi. Resolvi mudar de curso (dentro da mesma universidade).
Sei que comecei um namoro, me tornei uma pessoa melhor, passei no primeiro estágio da minha vida, um pequeno escritório...uma semana depois passei em uma empresa gigante nacional. E como relatei esses dias, consegui meu grande sonho de estagiar em uma das maiores empresas da américa latina, a ponto de vários gestores ficarem interessados em mim.
Se o meu eu do futuro contasse que isso aconteceria comigo, eu diria que o mesmo é charlatão, que está tentando me enganar. Eu ainda não caí na real, mas se uma luz existe no fundo do tunel, essa é o que se parece com a minha. Por isso, não desistam amigos, por favor, sempre continuem tentando, o fracasso de hoje não é o fracasso do futuro.
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2019.05.15 12:09 selfhatw não sei pedir ajuda

[pode ser que seja grande a história]
tenho 20 anos de vida, e depressão há 12. comecei a tomar remédio há 1 ano, moro com o meu pai (que eh divorciado da minha mãe e eh casado com a mulher que era sua amante na época da separação). entrei na faculdade aos 19, tive que mudar de estado pra ingressar onde queria, isso fez com que meu namoro se tornasse a distância. tenho muito vergonha de falar dos meus sentimentos pq sei que quem eu preciso que entenda não consegue. só falo dessas coisas com a minha namorada que tem alguns problemas iguais aos meus. essa semana tentei me matar e só ela sabe disso, a fiz sofrer muito com a situação e fico triste com isso. desde os 8 anos de idade eu tento suicido (não sou boa em muitas coisas que faço), e cada tentativa frustrada me deixa num lugar pior do que o anterior. não consigo estágio. não tenho dinheiro pra visitar minha namorada e nem ela a mim. não tem médico suficiente pra me acompanhar de fato no hospital que sou atendida (e não posso mudar de hospital). não sei pedir ajuda e nem acho que posso ser ajudada na minha atual situação. desculpa e muito obrigada .
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2019.05.10 07:05 giulianosse Apatia; viver faz ainda menos sentido e literalmente não vejo saída pra isso

Aviso que isso vai ser longo. Provavelmente ninguém lerá até o fim, mas eu juro que tentei resumir o máximo que pude.
Background: 2018
Eu, 23 anos, basicamente um fracasso em quase todos os aspectos possíveis da vida.
Em julho descobri que seria jubilado no final do semestre após cursar 4 anos de um curso que eu amo em uma das faculdades mais prestigiosas do país pois não tinha vontade e ânimo de estudar (dificuldade de me adaptar = DPs = poucos amigos)... mas tudo bem
Sempre tive poucos amigos. Muitos colegas e conhecidos, mas poucos amigos de verdade. Sou super introvertido, mas depois que conheço mais a pessoa me torno o cara mais extrovertido do planeta. Não gosto de ir em festas e baladas onde não conheço ninguém, mas adoro passar uma noite enchendo a cara e falando/fazendo merda no boteco mais sujo da cidade com meus amigos. Sempre tive sobrepeso, fui feio e tive zero auto-estima, então nunca aprendi a me aproximar de alguém novo... mas tudo bem
Tenho os hobbies mais caseiros possíveis: livros, séries, jogos e filmes. Porém, assim como minha persona social, sou esquisito e sou doido de vontade de fazer outras coisas mais "ao ar livre" tipo viajar para outras cidades/países, ir em shows, festas, praticar um esporte; só faltava companhia mesmo... mas tudo bem.
Nunca tinha tido uma relação amorosa. Pior, sequer consigo conversar direito com meninas. Apesar de não ser mais bv, ainda assim era virgem e nunca tinha sentido vontade de ter um relacionamento... mas tudo bem.
Digo "tudo bem" pois eu aceitava perfeitamente a minha mediocridade. Eu não era feliz, mas de certa forma conformado e satisfeito com a minha situação... e isso era o que importava. Era contente e deixava a vida me levar.
Aí chegou setembro.
Logo no começo do mês, viajei com uns amigos e passamos um fim de semana enchendo a cara em um sítio, como fazemos semi-regularmente. Sempre vão basicamente as mesmas 8-10 pessoas, às vezes alguém novo. Eis que o impossível acontece: uma garota da minha idade, amiga comum de todos os meus companheiros (todos na casa dos 28 anos pra cima), também foi. Inicialmente eu não dei a mínima, mas aconteceu que ela estava 100% interessada em mim. Até eu, um zero a esquerda nesse assunto, notei isso na hora.
Enfim, por iniciativa dela acabamos se pegando (e eu, na ansiedade e pânico do momento, acabei nem me despedindo dela quando fui embora no domingo hahaha)
No dia seguinte, resolvi adicionar ela no Facebook (como faço com todas as pessoas novas que conheço) e, pasmem, ela vem puxar assunto. No começo, mal conseguia responder. Ela teve muita insistência em continuar me dando trela. Papo vai, papo vem e acabo "descobrindo" que ela estava realmente interessada em mim.
Acabou que, em basicamente uma semana, estávamos trocando mensagens todos os dias e conversando basicamente o dia inteiro sobre tudo, tudo mesmo. Contei coisas pessoais que nunca tinha falado pra ninguém. Ouvi, também. Éramos compatíveis em literalmente tudo. Nos abrimos como livros. Nunca havia sequer imaginado que poderia ser íntimo assim com outra pessoa em minha vida.
Acabou que, obviamente, nos apaixonamos. No começo foi meio estressante (duas semanas depois, primeiro encontro, eu já a pedindo em namoro e ouvindo um "não" porém continuamos interagindo da mesma maneira; ela ficando com outras pessoas em um bar e depois vindo contar, chorando, que não podíamos ser nada além de amigos; ela mudando de opinião 180º um fim de semana depois) mas deu que acabamos por enfim namorar.
Não quero me prender muito aos detalhes, mas apenas gostaria de dizer que foram os melhores três meses da minha vida. Eu a amei, e era tudo absolutamente 100% recíproco. Fizemos planos, fomos descobrindo ainda mais coisas e hobbies que éramos compatíveis... até brincávamos que estávamos bancando o Juscelino Kubitschek edificando Brasília - 50 anos em 5 - pelo ritmo das coisas. Não sou muito de filmes românticos, mas eu ainda acredito que nossa paixão era melhor que 95% de todos os roteiros e scripts que alguma vez já foram lançados no cinema (assistam "Spring" - além de ser um filme pica d+, é basicamente uma alegoria 1:1 do nosso namoro até então. Ficamos até meio chocados quando assistimos)
Nesse período eu também dei um duplo twist carpado na personalidade - minha auto estima foi de negativo a 100, comecei a me vestir melhor, fiquei mais extrovertido - as pessoas sempre nos chamavam para participar de qualquer coisa - e animado, comecei a expandir meu círculo social; passei no vestibular - extremamente concorrido e difícil da mesma universidade que fui desligado - sem estudar absolutamente nada, estava pronto para arranjar um estágio/emprego na área que sempre sonhei... Evoluí pessoal e profissionalmente nesses 3 meses o que não havia feito em 5 anos.
Começou 2019.
Tudo estava correndo na mais perfeita normalidade... até mais ou menos a metade de janeiro. No período de uma semana, um interruptor mudou nela. Da mesma maneira que a relação esquentou, esfriou... porém sem nenhum motivo óbvio. A mudança foi de nível "trocar 300 mensagens melosas por dia e o caralho a quatro" e contar os segundos até que pudéssemos nos ver novamente pra "tô cansada e ocupada, só posso falar de noite" e ficar indiferente quando finalmente nos encontrávamos.
No último dia do mês ela terminou por telefone. Ela disse que "não estávamos na mesma fase de vida" (ela havia terminado uma relação de 6 anos no começo de 2018) e que se isso continuasse ela iria me tratar ainda pior a cada dia que passasse, como foi com o ex dela. Disse que gostaria de continuar "sendo amigos", mas nem isso acabou por ser recíproco. Provavelmente queria aproveitar a vida e não arrumar outra relação séria tão cedo, enfim.
Antes que alguém pense nisso - não, eu não estava sendo traído nem nada do estilo. Disso eu tenho absoluta certeza pelo que eu conhecia dela. E também não digo que eu não tive culpa de nada - durante o último mês da relação, a falta de reciprocidade estourou a minha ansiedade pra mil e isso mais que certeza contribuiu bastante pro final.
Para a surpresa de ninguém, isso foi como um tiro pra mim. Não esperava um término de fato, ainda mais sem nenhuma explicação. Mas o pior do pior de tudo foi o pós - agora, no caso.
Pense em alguém que esteve a vida inteira caído no chão. Um belo dia, alguém lhe dá a mão e a ajuda a levantar. Assim que a pessoa, por fim, finalmente fica de pé, alguém passa uma rasteira por trás e a pessoa volta a cair no chão.
Como eu falei, antes eu era medíocre, mas era conformado. Hoje eu voltei à mesma mediocridade, mas não consigo mais me contentar após ter visto "o outro lado" da vida. Como era bom ter uma pessoa na vida que realmente se importava com você. Como era ser amado por outra pessoa. O que é intimidade. Como é bom ser valorizado pelo que você é.
Infelizmente, tudo que conquistei acabou por voltar ao modo que era antes. Estou na mesma merda em relação à faculdade (falta de ânimo pra estudar = fazer poucas matérias no semestre = deixar de me enturnar com os outros calouros = suicídio social 2.0), não consegui um estágio, tenho quase 24 anos sem experiência profissional, sem um diploma, sem círculos sociais novos.
Nem tudo foi pro lixo. Ainda mantenho o meu peso (lá pra maio do ano passado comecei a fazer uma dieta que emagreci 25kg em 6 meses - me perguntem sobre jejum intermitente que eu sou profissa nisso!) e me sinto 1% mais confortável no meu corpo, minha relação com o meu pai melhorou e não perdi nenhum amigo que tinha após o termino (tanto porque nosso círculo social era o mesmo).
Porém, eu tenho vontade de acabar com tudo todos os dias.
Diversas pessoas me contaram, na época, que isso ia passar. Eu ainda penso nisso quase todos os dias. Pior ainda pois estou bem desocupado (tenho só 2 aulas por semana).
Venho tentando ser o mais social possível, organizando bares, encontros entre amigos, programas, churrascos... tudo pra ter um pouco de companhia. Mas, eu te pergunto, e aí? Todos meus amigos, por serem mais velhos, tem suas responsabilidades e não estão sempre disponíveis. Sem contar que eu sinto que a cada dia eles estão se enchendo de mim, por eu estar projetando toda essa carência (só conversei sobre meu término de vdd com um dos meus amigos, que além de ser família eu o considero praticamente como um irmão)
Nunca fui fã de acreditar em destino, mas vira e mexe me pego pensando "será que ela era 'a minha alma gêmea' e como eu caguei na oportunidade ficarei solitário pelo resto da minha vida?". Leio milhões de relatos na Internet de pessoas que são solteiras com seus 30, 40, 50 anos e me vejo no lugar delas. Tentei por um tempo dating apps mas foram poucas pessoas que me interessaram, ainda menos que sequer responderam minhas mensagens e nenhuma até agora que sequer deu a mínima bola. Me considero um 6 de aparência, mas sempre me prezei pelo meu humor e capacidade de conversa. Fato é que ninguém me quer.
Com toda certeza também nunca encontrarei alguém como ela na minha vida. Isso não é papo e sim praticamente um fato. Quais as chances de alguém, além de me achar interessante e bonito, dar a iniciativa que está afim de mim, me dar bola, ser bonita, possuir os exatos mesmos gostos e hobbies, mesma personalidade, mesmo senso de humor, maturidade... mesma porra toda? E ainda possível conhecer ela por intermédio de amigos? Absolutamente zero.
E é por isso que não vejo mais sentido nessa vida. Só estou prolongando o meu sofrimento e apatia a cada dia que passa. Estamos já quase na metade do ano em um piscar de olhos e sinto que tô jogando minha vida no lixo. Francamente, meu desejo de viver acabou quatro meses atrás e atualmente eu sou apenas um zumbi vivendo em função do momento. Não há um dia que passe e eu não pense em como seria reconfortante dar um fim nisso tudo.
Se você leu até aqui: meus eternos agradecimentos e desculpas por ser algo tão patético. Desabafar me trouxe um alívio momentâneo, mas atualmente é tudo que eu tenho.
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2019.05.04 14:06 normaeliza Ainda não sei o que faço

Eu fiz recentemente um post aqui pra relatar como eu me sentia em relação ao término do meu namoro. Eu estou fazendo outro post agora porque o anterior me ajudou bastante a entender a situação que eu estou passando, mas também pra continuar a contar como eu me sinto. Mesmo tendo ajuda da minha mãe, dos meus amigos e até dos meu colegas de classe, eu ainda não me sinto me sinto bem com o que aconteceu e isso tem tido várias implicações físicas. infelizmente, tive que procurar meu ex pra perguntar umas coisas profissionais pois trabalhávamos juntos em um projeto de divulgação da ciências e também porque nossas áreas de atuação são semelhantes (ele faz análise e desenvolvimento de sistemas e eu faço física). quando fiz isso, eu simplesmente "surtei" porque não conseguia falar, meus batimentos cardíacos ficaram altos demais e não estava conseguindo respirar. Eu tenho tido várias crises assim ultimamente e fico com medo de isso afetar mais o desempenho acadêmico, porque por causa dele, acabei reprovando em uma disciplina no semestre passado. eu ontem pesquisei sobre consultas com psicólogos, mas minha mãe reagiu de maneira adversa. Eu não sei o que faço porque sinto que estou prestes a ter uma crise como eu contei agora mesmo. meu curso, meu estágio, tudo tá sendo relegado em detrimento de um relacionamento que fracassou. Os desabafos tem me ajudado muito, tudo isso é muito importante pra mim mesmo que eu simplesmente tenha me perdido de mim mesma e ainda não tenha consigo voltar...
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2019.03.17 23:30 desabafo123 Como a dependência emocional afetou meu relacionamento

A ideia do meu post é compartilhar como meu relacionamento se desenvolveu e algumas situações que marcaram ele. Não é a intenção necessariamente obter aconselhamento de “o que devo fazer? ”, apesar de que estes serão bem-vindos assim como relato de vocês sobre situações semelhantes. O post é longo pois descreve alguns aspectos que considero importante na compreensão de como a dependência e carência emocional, neste caso unilateral, podem dominar uma relação. A conta é throwaway.
Tenho 27 anos e quase que “sempre namorei”, é assim que os que me conhecem me descrevem. Desde os 18 anos tive 4 namoradas que duraram de 1 a 3 anos. A cerca de 3 anos atrás tive meu maior período solteiro, 1 ano e alguns meses e fui genuinamente feliz nesta fase ainda que no fundo estava afim de encontrar aquela pessoa.
Eu tinha então 25 anos e em uma das muitas noites saindo com os amigos conheci ela, com então 18 anos. Percebi que era alguém que tinha vontade de sair mais vezes, e assim fizemos. Um encontro, depois outro, um final de semana juntos, conheceu meus amigos, inclui ela no meu grupo de amigos, conheceu minha família. Avançando alguns meses e descrevendo nosso namoro em velocidade cruzeiro: Nos víamos quarta à noite e no final de semana (de sexta à noite até domingo à noite), quando ela dormia em casa e passávamos 48h juntos.
O tempo que passávamos juntos presencialmente era praticamente perfeito, fazíamos muitas atividades juntos. Eu sempre procurava algo diferente para fazer, fosse algum passeio, alguma atividade, algum barzinho ou balada nova (adorávamos sair beber juntos, curtir, dançar, se pegar, voltar pra casa meio bêbado e continuar se pegando até dormir), e bastante viagens para o interior ou litoral, sempre ficando em algum hotel ou pousada aproveitando o dia e terminando com jantar romântico, fizemos cerca de 10 destas. Sexo muito bom e fazíamos muito.
Uma dinâmica diferente, porém, acontecia quando estávamos separados, cada um em sua casa. Ela se tornava emotiva, carente e por vezes isso parecia deixa-la ansiosa e ter atitudes grosseiras. Procurava razão nos detalhes para justificar que eu “não amava ela”, “não a tratava como prioridade” e era uma pessoa fria. Essa situação se agravou conforme passava os meses de relacionamento.
As razões que justificavam eu “não amar ela” eram por exemplo: demorar para ver e responder mensagem de whatsapp, esquecer de dar bom dia ou boa noite (o que acontecia se eu tinha uma manhã corrida ou dormia sem querer por estar cansado), eu não aceitar ter que reportar para ela diariamente com quais pessoas da empresa fui almoçar ou precisamente que horas havia saído do trabalho (dizia para ela que estava sendo controladora e possessiva, ela que o mínimo que espera de um namorado é que ele de satisfação).
Era comum, cerca de quase toda semana ela vir discutir por alguma situação desse tipo, dizer que passou o dia chorando, pensava em mim o dia todo e que eu estava nem aí. “Sinto como se eu não tivesse um namorado” ela dizia. Eu realmente havia estado nem aí só porque ela mandou uma mensagem bastante grosseira porque eu dei “bom dia” as 10:30 ao invés de as 9h. Eu pensava que era só um enorme drama por nada e não deixava isso abalar meu dia de trabalho, ela, no entanto passava o dia chorando e me ligava a noite dizendo como que eu poderia amá-la e simplesmente não se importar em quão mal ela estava.
Nossa rotina talvez venha a ser bastante relevante neste contexto. Eu trabalho de 10h a 12h por dia, meu trabalho é dinâmico e inclui reuniões diárias, internas e externas, relacionamento profissional com diversas pessoas e empresas. Moro sozinho fazem 2 anos e sou totalmente independente financeiramente sendo responsável pelo controle de gastos, alocação de investimentos e aperfeiçoamento profissional de forma a vir ganhar mais no futuro. Tenho um grupo de amigos próximos que nos encontramos toda semana. Por não morar mais com meus pais, costumo visita-los uma noite por semana. Também gosto de ter um pouco de tempo sozinho, fazendo outras atividades não produtivas. Ainda assim, se eu observar a semana como um bloco de várias horas, eliminar as horas que estou dormindo e no trabalho, eu passava 75% do tempo com ela, ajeitando nos 25% restantes todas estas outras atividades.
Ela faz faculdade de manhã e vai na academia a tarde, apenas isso. Sobre a faculdade vale ressaltar que quando a conheci no final de 2017 ela fazia um curso, em 2018 resolveu mudar para outro e em 2019 decidiu que faria outro, em uma área e faculdade diferente desta vez. No período de férias ela só vai na academia.
Ela não tinha amigos. Zero. Quando a conheci ela estava junto com uma amiga e pareciam bastante próximas. Em cerca de um mês ela se afastou desta amiga e desde então nunca ouvi dizer algo como “vou visitar fulana”, “fulana me convidou para jantar”, “vou no aniversário de fulano” etc. Não sei o nome de nenhum amigo dela porque nunca ouvi falar da existência de algum.
Até mesmo da família dela se afastou, eles eram uma equipe de esporte juntos e participavam de alguns campeonatos. Logo que nos conhecemos ela abiu mão de ir na próxima etapa e tiveram que a substituí-la. Ela inclusive não me dizia sobre alguns eventos que a família dela nos convidava, algum tempo depois eles começaram a me chamar diretamente e justificativa dela para não querer ir era que “o final de semana era nosso tempo de ficar juntos”.
Diante destas situações e mesmo envolvido no relacionamento percebia que algumas coisas não estavam certas. Minha atitude era motivá-la a sair, conhecer novas pessoas, buscar novos hobbies, buscar desenvolvimento acadêmico/profissional para no futuro ter um estágio legal, etc. Esta minha postura foi inclusive mal percebida. Segundo ela, enquanto ela estava lutando pelo casal, para ficar mais juntos, eu estava lutando para que ela achasse distrações e nos afastasse, e ainda, que a ausência de ciúmes da minha parte fazia parecer que eu não a amava.
A essa altura é possível se perguntar porque eu aguentava isso. O que acontecia é que eu dava pouca importância as crises e carências exageradas, me distraindo com as outras responsabilidades da vida. Ao mesmo tempo eu dava bastante importância ao tempo que passávamos juntos no final de semana, que era de bastante proximidade e atividades legais. Achava também que eu mantendo essa postura de não entregar atenção quando vinha com crises e grosserias, e incentivá-la para assumir novas responsabilidades na vida a situação tenderia a melhorar. Mas aconteceu justamente o contrário, e com o avançar da relação ela buscava justificativas ainda mais estranhas para dizer que eu “não amava ela”.
1 ano e meio de relação e ela pede para conversar, vem até minha casa e diz que quer terminar. As justificativas como pode imaginar são “eu nunca senti que você me ama”, “me sinto sozinha durante a semana e você parece não se importar”, “nunca ganhei flores ou presentes fora de época”, “você não posta fotos nossas ou declarações de amor públicas” e por fim “não posso mais perder tempo com alguém que não me ama, preciso estar com alguém que me ama de verdade”.
2 semanas depois estava postando fotos com outro cara. Declarações de “como sou feliz de conhecer alguém que me ame de verdade” e postando um buque de flores que havia ganhado dele.
Procurou inclusive uma amiga minha que eu apresentei a ela para dizer como estava feliz no novo namoro, como ele era perfeito e dava toda a atenção que eu não dava. Que ele assume ela (assumir no contexto dela é postar coisas em rede social). Que não sabia como aguentou tanto tempo se dedicando para uma pessoa que não a tratava como prioridade. Que o fato de eu não correr atrás dela após o término simbolizada a minha ausência de sentimento.
Já passou uns meses e estou bem resolvido com essa situação, sigo a vida normalmente. No entanto passei um bom tempo intrigado com o que aconteceu, pesquisando e refletindo. Hoje levo comigo a conclusão que o que ela experimentou não foi amor de verdade, certamente não um amor maduro e que direciona ambos para o crescimento pessoal e conjunto. Eu apenas supria a dependência e carência emocional dela.
Com o tempo ela precisou de doses ainda maiores de atenção para se sentir satisfeita e preencher o vazio que ela mesma criou, e na iminência de prejudicar outros aspectos da minha vida eu restringia a apenas o que eu citei, trocas de mensagens diárias e finais de semana incríveis, respeitando minha individualidade nos momentos que eu precisava. Bastou então surgir outra pessoa despejando atenção para fazer mais sentido sob o ponto de vista dela transferir o foco de atenção e carência para alguém que “a ama de verdade”.
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